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Cooperativa fecha o primeiro semestre com resultados acima das expectativas

Mesmo com a crise econômica que desafia o país há mais de dois anos, o Sicoob Engecred superou as expectativas e fechou o primeiro semestre com excelentes resultados, superando a maioria das metas traçadas no seu planejamento estratégico. No balanço encerrado em 30 junho de 2016, o resultado alcançado atingiu ao valor de R$ 1.980.059. Este valor é superior à meta prevista para os primeiros seis meses do ano, R$ 750.000,00, e à meta anual estabelecida em R$ 1.500,00. Estes números foram alcançados num ambiente de recessão, vigente no país desde 2014, que tem afetado firmemente todos os setores econômicos e em especial o de infraestrutura.

Para o diretor-presidente do Sicoob Engecred, Antônio Dias Vieira, apesar dos resultados positivos neste primeiro semestre, o grande desafio da Cooperativa é manter a trajetória de crescimento no segundo semestre. “Este é um momento extremamente delicado. A crise econômica continua afetando as nossas empresas, que sofrem com o pouco investimento do setor público e privado, e isto afeta a capacidade de pagamento destas empresas. Estamos trabalhando com a máxima rigidez nos critérios de análise de crédito para evitar   que a inadimplência afete os nossos resultados”, explica o diretor-presidente.

E esta rigidez, além dos bons resultados em praticamente todos os outros indicadores, levou a Cooperativa a manter a nota na Matriz de Risco em 52 pontos, abaixo da meta de 55 pontos, o que a classifica como uma instituição de baixo risco no médio prazo. “Continuamos crescendo com qualidade. Em quase todos os indicadores alcançamos e até superamos as metas traçadas no planejamento estratégico para este primeiro semestre. Isso é sinal de que as boas práticas de gestão que adotamos estão dando resultados positivos”, comemora o diretor financeiro Mário Sérgio Corrêa Dias.

No balanço encerrado em 30 de junho passado, o patrimônio líquido da cooperativa estava em R$ 16.183.051, contra uma meta de R$ 14.752.435 nos primeiros seis meses do ano e anual de R$ 15 milhões. Os nossos ativos passaram de R$ 96 milhões em junho, para uma meta de R$ 69 milhões no semestre e R$ 85 milhões no ano. A carteira de empréstimos fechou o semestre com R$ 29, 3 milhões, dentro da meta para o semestre (R$ 29,1 milhões) e próximo da meta anual (R$ 35 milhões). Com relação à carteira de depósitos, em junho alcançava o valor total de R$ 77.267.394, superior à meta anual que é manter a soma dos depósitos à vista e à prazo acima de R$ 70 milhões. Já a Provisão para Devedores Duvidosos, reserva que é guardada para garantir dívidas em atraso, ficou em 3,7%, acima da meta prevista que era manter este percentual abaixo de 3,0%, em consequência da atual conjuntura econômica e inadimplência.

Para o diretor administrativo Roberto Guidugli, o momento exige trabalho árduo e muita criatividade para que a trajetória de crescimento seja mantida. “Vamos continuar trabalhando para alcançar as metas do Planejamento Estratégico, estabelecidas pelo Conselho de Administração. São metas ousadas para um período de recessão econômica e de incertezas políticas. Mas com criatividade, certamente alcançaremos os melhores resultados”, acredita o diretor administrativo.

 

Comportamento dos principais indicadores em relação às metas

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